Teoria da correlação de Orion
A Teoria da Correlação de Orion é uma hipótese em egiptologia cujo clamor central é que existe uma correlação entre a localização das três maiores pirâmides de Gizé e as três estrelas centrais da constelação de Orion, e que esta correlação foi intencional pelos construtores das pirâmides. Dependendo da versão da teoria, pirâmides adicionais poderiam ser incluídas para completar a representação de Orion, e o rio Nilo entraria como a marcação da Via Láctea. A teoria foi colocada pelo escritor belga Robert Bauval em 1995, e é rejeitada pela maioria dos egiptologistas.
Pirâmide de Tepanapa
A Pirâmide de Tepanapa, também conhecida como a Grande Pirâmide de Cholula, é o maior monumento e simultaneamente a maior pirâmide em termos de volume do mundo, segundo o Livro Guinness dos Recordes. Situa-se no município de Cholula, estado de Puebla, México, distando 7 km da cidade de Puebla. O seu volume total estima-se em 4,45 milhões de m, cerca de 30 por cento maior que o da pirâmide de Quéops, no Egito (no entanto esta é mais alta).
Sua construção, realizada durante seis séculos, em diferentes épocas (900 a.C - 200 d.C.) no período pré-clássico médio, remonta há mais de 2000 anos. Entre os anos 700 - 800 d.C., foi abandonada por causas ainda hoje desconhecidas. Quando os espanhóis chegaram a Cholula, no século XVI, a pirâmide estava degradada, tendo perdido a cobertura de pedras. Sobre o adobe cresciam plantas e árvores; por esta razão ela foi confundida com um morro, confusão esta que permaneceu até o ano de 1930, quando os arqueólogos começaram a explorar o local para dirimir as dúvidas. Originalmente, era um local dedicado a Chiconahui Quiahuitl, deus da chuva. Na realidade, são quatro pirâmides sobrepostas, conforme constatado pelos arqueólogos que vêm realizando escavações no interior da construção. Desde a década de 1930, já foram escavados mais de 8 km de túneis, em vários níveis. Seu tamanho é impressionante: 65 metros de altura e 439 metros de base. É a maior pirâmide do mundo em volume e em extensão da base. Os cholultecas antigos a chamavam Tlachihualteptl, que quer dizer: "morro feito à mão" ou "montanha construída"; os moradores atuais a chamam também de "cerrito" (pequeno morro, outeiro). Em 1594, os espanhóis, seguindo a tradição de construir uma igreja sobre o local onde existisse qualquer templo de adoração, construiram a igreja da Virgen de los Remedios ou Nuestra Señora de los Remedios, no cume da pirâmide, onde, anteriormente, havia um templo dos nativos.
Sua construção, realizada durante seis séculos, em diferentes épocas (900 a.C - 200 d.C.) no período pré-clássico médio, remonta há mais de 2000 anos. Entre os anos 700 - 800 d.C., foi abandonada por causas ainda hoje desconhecidas. Quando os espanhóis chegaram a Cholula, no século XVI, a pirâmide estava degradada, tendo perdido a cobertura de pedras. Sobre o adobe cresciam plantas e árvores; por esta razão ela foi confundida com um morro, confusão esta que permaneceu até o ano de 1930, quando os arqueólogos começaram a explorar o local para dirimir as dúvidas. Originalmente, era um local dedicado a Chiconahui Quiahuitl, deus da chuva. Na realidade, são quatro pirâmides sobrepostas, conforme constatado pelos arqueólogos que vêm realizando escavações no interior da construção. Desde a década de 1930, já foram escavados mais de 8 km de túneis, em vários níveis. Seu tamanho é impressionante: 65 metros de altura e 439 metros de base. É a maior pirâmide do mundo em volume e em extensão da base. Os cholultecas antigos a chamavam Tlachihualteptl, que quer dizer: "morro feito à mão" ou "montanha construída"; os moradores atuais a chamam também de "cerrito" (pequeno morro, outeiro). Em 1594, os espanhóis, seguindo a tradição de construir uma igreja sobre o local onde existisse qualquer templo de adoração, construiram a igreja da Virgen de los Remedios ou Nuestra Señora de los Remedios, no cume da pirâmide, onde, anteriormente, havia um templo dos nativos.
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